Entrevistas aos Vencedores do APC

Enquanto júnior iniciativa, cultivamos um espaço e ambiente propícios ao debate e à partilha de ideias, para juntos, trabalharmos numa única direção – transpor as ideias do papel para a prática e fazer acontecer.

No meio de conversas, debates e reflexões, surgiu o ACE Power Challenge. Este projeto, fruto da ambição dos membros da ACE em proporcionar aos estudantes um espaço, para também eles desenvolverem e trabalharem para um objetivo comum, superou as expectativas, que, inicialmente, já eram elevadas. O sucesso da 1ª edição, foi a motivação para uma 2ª ronda ainda mais desafiadora. Esta decorreu na semana de 1 a 5 de março, com 7 equipas na corrida. O objetivo seria  desenvolver um projeto focado num problema real da empresa TUB – Transportes Urbanos de Braga.

A equipa vitoriosa desta espetacular edição tem uma interessante particularidade é, nada mais nada menos, a equipa que se consagrou vencedora na 1º Edição do ACE Power Challenge. Perante o extraordinário desempenho naquela que é a pioneira case competition da Universidade do Minho, a ACE conversou com os vencedores para perceber aquilo que os diferencia da concorrência. 

Numa interessante conversa, em formato de entrevista, com Claudia Silva, Fátima Abreu, Joaquim Magalhães, Joana Abreu e Mariana Carvalho;  percebemos que o contacto com esta 2ª Edição do ACE Power Challenge foi feito por intermédio de Mariana, membro do Departamento de Relações Externas da ACE.  A equipa confessou que foi o prévio conhecimento do formato, devido à sua participação na 1ª Edição, e o tema na área de Recursos Humanos que os levou a competirem, mais uma vez, nesta que é a oportunidade de conciliar os conhecimentos teóricos ao fator prático da case competition – “É outro patamar, não é mais uma palestra, é uma colaboração”. 

Relativamente às lições que retiram desta participação, enfatizam a importância do trabalho em equipa, assim como o de “trabalho sob pressão”, imposta pelo limitado tempo que tiveram para responderem de forma consistente ao desafio lançado pela empresa -“ A meio da semana tivemos de mudar tudo”. Acrescentam, ainda, que para além do fator tempo, que é sem dúvida um dos aspectos mais desafiantes deste formato, a pesquisa e a procura pela informação se impôs como a mais desafiante etapa no processo de resolução do caso apresentado pelos TUB. 

Sobre a proximidade ao mercado de trabalho, que está implícito neste evento, a equipa acredita que tanto o prémio como o desafio em si, lhe permite uma visão mais nítida sobre o mercado de trabalho, assim como os exigentes requisitos que lhe são inerentes – “O curso é muito teórico, foi a oportunidade de termos contacto direto com as empresas”. Para além do contacto direto com desafios reais, os vencedores afirmam que adquiriram conhecimento alargado relativamente aos aspetos intrínsecos à área de Recursos Humanos – “Agora ficamos com conhecimento mais aprofundado sobre a área de Recursos Humanos nas empresas, em particular em empresas de transporte, percebemos todos os cargos que existem”. Mas vão mais longe e, apesar da especificidade do case apresentado, dizem terem adquirido valências globais essenciais para o seu futuro – “Algumas dicas podemos aplicar para o nosso futuro, por exemplo, o clichê «menos é mais».” e reforçam – “Vamos mais preparados para o mercado, temos experiências reais!”.

Relativamente à etapa de orientação com os docentes, no caso com a Professora Ana Carvalho, reconhecem ter sido crucial para a identificação de alguns problemas no que concerne ao processo de resolução do desafio, levando a equipa a identificar a lacuna de informação que tinha  e, que por sua vez, a incitou  à pesquisa pelos dados em falta. 

Quanto às expectativas dos participantes sobre a mais recente Edição,  a resposta é dada em uníssono e sem hesitar – “Superou!”. Acreditam que a concorrência também os incentivou dizendo, em tom de brincadeira – “Desta vez a concorrência esteve à altura.”. Afirmam, ainda, que o fator “problema real da empresa” os estimulou a trabalharem de forma mais profissional, e a procurarem responder ao desafio da melhor forma possível. Adicionalmente, apontam que outro fator que despoletou a sua motivação foi  a possibilidade da sua ideia ser implementada pelos TUB. 

No que toca à recomendação de participação no ACE Power Challenge,  os vencedores são assertivos  – “ Toda a gente devia participar, é fantástico que a ACE ofereça este tipo de oportunidades para que as possamos agarrar”. Por fim, desvendam que no momento da vitória, para além da felicidade, vieram ao de cima os sentimentos  de realização e gratificação, sentiram o seu esforço completamente valorizado e recompensado – “Tive de me controlar para não me levantar da cadeira, uma sensação incrível!”

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